Arquivo de Setembro 29th, 2010
Jornada Nacional 6 de Outubro!
Campanha no dia 29 de Setembro, 2010, em Iniciativas, PAZ Sim!
[ 6 de Outubro de 2010; ]
Dia 6 de Outubro jornada nacional da Campanha pela Paz e contra a Cimeira da NATO em Portugal. Neste dia ocorrerão iniciativas um pouco por todo o país, ampliando a divulgação e a mobilização em torno da Campanha e das suas iniciativas. Participe e divulgue!
Moção Dia Internacional Da Paz – Setúbal
Campanha no dia 29 de Setembro, 2010, em Notícias, PAZ Sim!
Moção aprovada na Sessão Ordinária de Setembro da Assembleia Municipal de Setúbal, realizada no passado dia 24.
“[...] 4. Exigir do Governo e do Presidente da República, nos termos do seu compromisso de cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa, a promoção de iniciativas em prol do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares, a recusa da militarização da União Europeia, a retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO, o fim de bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional.
5. Apelar à participação dos Setubalenses na manifestação que se irá realizar no dia 20 de Novembro próximo, pelas 15H00, na Praça Marquês de Pombal, em Lisboa, a favor da paz no mundo e pelo desmantelamento das organizações que defendem objectivos belicistas.”
Participemos nas manifestações de 29 de Setembro!
Campanha no dia 27 de Setembro, 2010, em Iniciativas, PAZ Sim!
[ 29 de Setembro de 2010; 15:00 até 18:00. ]
Pelo trabalho e pela paz!
A Campanha «Paz sim! NATO não!» saúda a jornada de luta convocada pela CGTP-IN pela melhoria das condições de vida dos trabalhadores e em defesa dos seus direitos fundamentais conquistados na Revolução de Abril – como o direito à Paz -, convidando todos os seus activistas a participarem nas iniciativas previstas.
A Campanha pela paz e contra a Cimeira da NATO em Portugal denuncia e rejeita uma vergonhosa política que impõe crescentes sacrifícios aos trabalhadores e gasta cada vez mais milhões com a adaptação das forças armadas às exigências da NATO e com os militares portugueses que envia ao serviço das suas agressões militares – isto é, para a guerra não falta o dinheiro.
Os grandes responsáveis pela agudização da situação económica e social são, afinal, os mesmos que promovem a corrida aos armamentos, a militarização das relações internacionais e a guerra, o desrespeito da soberania dos povos.
Há que dizer basta! Há que exigir o cumprimento da Constituição da República Portuguesa e dos seus desígnios de justiça e progresso social, de trabalho e de paz!
A luta pela paz e contra a guerra é parte integrante e condição necessária para o progresso e a justiça social!









