Arquivo de Junho 17th, 2010

13.000 assinaturas entregues!

Campanha no dia 17 de Junho, 2010, em Notas de Imprensa, Notícias, PAZ Sim!

Petição à Assembleia da República
13.000 assinaturas entregues!

A Campanha «Paz sim! NATO não!» entregou hoje ao Presidente da Assembleia da República uma petição sobre a realização da Cimeira da NATO em Portugal, que foi subscrita por cerca de 13.000 cidadãos e cidadãs.
A petição recorda que a NATO aponta como objectivo desta sua cimeira a revisão do seu conceito estratégico no «sentido de alargar o seu campo de actuação geográfica, como já sucede nos Balcãs, no Afeganistão e no Paquistão e os pretextos de intervenção» e sublinha que «a realização desta Cimeira em Portugal significa a confirmação do envolvimento do país nos propósitos militaristas deste bloco político-militar, que constituem uma ameaça à paz e à segurança internacional».
A petição denuncia que «o empenhamento do governo português na NATO colide com princípios fundamentais inscritos na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, de que Portugal é signatário – soberania, independência, não ingerência, não agressão, resolução pacífica dos conflitos e igualdade entre Estados; abolição do imperialismo, do colonialismo e de quaisquer outras formas de agressão, domínio e exploração; desarmamento, dissolução dos blocos político-militares».

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Mais de 10.000 assinaturas recolhidas!

Campanha no dia 15 de Junho, 2010, em Iniciativas, Notícias, PAZ Sim!

[ 17 de Junho de 2010; 10:30; ] A petição promovida pela Campanha será entregue à Assembleia da República na próxima Quinta-feira pelas 10:30.

A Campanha «Paz sim! NATO não!» anuncia que entregará no próximo dia 17 mais de 10.000 assinaturas na sua petição que reclama das autoridades portuguesas: a retirada das forças portuguesas envolvidas em missões militares da NATO; o fim das bases militares estrangeiras e das instalações da NATO em território nacional; a recusa da militarização da União Europeia, que a transforma no pilar europeu da NATO; e a efectiva realização de uma política externa portuguesa em consonância com os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa e na Carta das Nações Unidas, incluindo a promoção de iniciativas em prol do desarmamento e da dissolução dos blocos político-militares.

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